A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.

Paulo Freire

quinta-feira, 5 de julho de 2012

SEMINÁRIO

I SEMINÁRIO PRÓ-LETRAMENTO
2012

PARABÉNS À EQUIPE QUE MARAVILHOSAMENTE ORGANIZOU O ESPAÇO
E AS PALESTRAS. 

NOSSO AGRADECIMENTO ESPECIAL A ANA PAULA, EDAIR, ROSÂNGELA, MARIA IZABEL E CARLA. PROFISSIONAIS COMPETENTES QUE MUITO NOS AJUDARAM NO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA PRÓ-LETRAMENTO. 








quarta-feira, 4 de julho de 2012

I Seminário de Revezamento 2012

Dislexia em questão

Drª Ana Paula Santana 

Simplesmente fantástica!!!

 Os Gêneros do Discurso

Drª Rosangela Hammes Rodrigues

Maravilhosa!!! 

As práticas sociais de leitura

Drª Maria Izabel B. Hentz 

Wonderful!!!

Alguns princípios do sistema fonológico do PB e suas implicações na alfabetização

Msc Carla Cristofolini 

Fenomenal!!!

 

O tratamento da diversidade linguística na sala de aula

Drª Edair Gorski  

Espetacular...

 

 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

SAUDAÇÕES COLEGAS


 UM ÓTIMO RETORNO À TURMA PRÓ-LETRAMENTO 2012 - REVEZAMENTO 




Receita de Alfabetização Versus Alfabetização Sem Receita


Receita de Alfabetização

Ingredientes:
1 criança de 6 anos
1 uniforme escolar
1 sala de aula decorada
1 cartilha

Preparo:
Pegue 1 criança de 6 anos, limpe bem, lave e enxágue com cuidado. Enfie a criança dentro do uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula (decorada com motivos infantis). Nas oito primeiras semanas, sirva como alimentação exercícios de prontidão. Na nona semana, ponha a cartilha nas mãos da criança. Atenção: tome cuidado para que ela não se contamine com o contato de livros, jornais, revistas e outros materiais impressos. Abra bem a boca da criança e faça com que ela engula as vogais. Depois de digeridas as vogais, mande-a mastigar uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada no mínimo sessenta vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos. Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida, faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar. Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve pelo menos 70% das palavras e frases engolidas. Se isso acontecer considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente e despache-a para a série seguinte. Se isso não acontecer se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Se não der resultado, ao fim de três anos enrole a criança em um papel pardo e coloque um rótulo: Aluno Renitente. Se não gostar da receita PARABÉNS. Nesse caso use a alfabetização sem receita.

Alfabetização sem Receita
Pegue uma criança de seis anos mais ou menos, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existam muitas coisas escritas para olhar, manusear e examinar. Sirva jornais velhos, revistas, embalagens, anúncios publicitários, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim, tudo o que estiver entulhando os armários de sua casa ou escola e que tenha coisas escritas. Convide a criança para brincar e ler, adivinhando o que está escrito. Você vai descobrir que ela sabe muita coisa! Converse com a criança, troque ideias sobre quem são vocês e as coisas que gostam ou não. Depois escreva no quadro algumas coisas que forem ditas e leia para ela. Peça à criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas ruas, nas lojas, na televisão. Escreva algumas dessas coisas no quadro. Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos. Não esqueça de pedir para que ela limpe a sala depois, explicando que assim a escola fica limpa. Todos os dias leia em voz alta alguma coisa interessante: historinhas, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação, convite, mostre numa nota fiscal algo que você comprou, procure um nome na lista telefônica. Mostre também algumas coisas escritas que talvez a criança não conheça: dicionário, telegrama, carta, livro de receitas. Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Aceite a escrita da criança. Não se apavore se a criança estiver comendo letras. Até hoje não houve caso de indigestão alfabética? Invente sua própria cartilha, selecione palavras, frases e textos interessantes e que tenham a ver com a realidade da criança. Use sua capacidade de observação, sua experiência e sua imaginação para ensinar a ler. Leia e estude sempre e muito.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Pró-letramento – Alfabetização e linguagem
Morro da Fumaça/ 2012
Tutora: adriana baesso da Silva
io
! Como podemos fazer a diferença sendo educadores?
! Quais as lembranças mais significativas que tenho dos meus antigos educadores?
! Que educador desejo ser? Como irei trabalhar em minha sala de aula?
! Quais posturas e métodos utilizarei para conquistar meus alunos?


Dona Licinha

A senhora não me conhece. Faz tanto tempo e me lembro de detalhes do seu jeito, sua voz, seu penteado e roupas... A senhora ensinava na 3a série B e eu era aluna da 3ª série C no Grupo Escolar do Tatuapé... Passava no corredor fazendo figa para mudar de classe, pra minha professora viajar e nunca mais voltar, pra diretora implicar e me mandar pra 3a B... Nunca tive tanta inveja na minha vida como tive das crianças da série B...
 
Lembro que na sua sala se ouviam risadas quase o tempo todo. Maior gostosura! De vez em quando, um enorme silêncio quebrado por uma voz suave... era hora de contar histórias. Suspirando, eu grudava na janela e escutava o que podia... Também muitos piques e hurras, brincadeiras correndo solto. Esconde-esconde, telefone sem fio, campeonato de Geografia. Tanto fazia a aprontação inventada. Importava era sentir a redonda contenteza dos alunos. 

A sua sala era colorida com desenhos das crianças, um painel com recortes de revistas e jornais, figurinhas bailando em fios pendurados, mapas e fotos... Uma lindeza rodopiante mudada toda semana! Vi pela janela seus alunos fantasiados, pintados, emperucados, representando cenas da História do Brasil! Maior maravilhamento! Demorei, entendi. Quem nunca entendeu foi a minha professora... Seu segredo era ensinar brincando. Na descoberta! Na contenteza!

Nunca ouvi berros, um "Cala boca", "Aqui quem manda sou eu" e outras mansidões que a minha professora dizia sem cansar. Não escutei ameaças de provas de sopetão, castigos, dobro da lição de casa, chamar a diretora, com que a minha professora me aterrorizava o tempo todo...

Dona Licinha, eu quis tanto ser sua aluna quando fiz a 3a série. Não fui... Hoje, tanto tempo depois, sou professora. Também duma 3a série. Agora sou sua colega... Só não esqueço que queria estar na sua classe, seguir suas aulas risonhas, sem cobranças, sem chateações, sem forçar barras, sem fazer engolir o desinteressante. Numa sala colorida, iluminada, bailante. Também quero ser uma professora assim. Do seu jeito abraçante.

Hoje, vi uma garotinha me espiando pela janela. Arrepiei. Senti que estava chegando num jeito legal de estar numa sala de aula... Por isso resolvi escrever para a senhora. Vontadona engolida por décadas. Tinha que dizer que continuo querendo muito ser aluna da Dona Licinha. Agora, aluna de como ser professora. Fazendo meus alunos viverem surpresas inventivas.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Seminário Final

EM BREVE MAIS FOTOS...AGUARDEM!!!!

PSIU ...PSIU...MAIS FOTOS!


Profª Edair Gosrski-UFSC: As variedades nos usos da língua e o ensino aprendizagem da escrita na escola.

Profª Drª Maria Marta Furnaletto-Unisul/SC: Os gêneros do discurso na Educação


Profª Drª Nilcéa Lemos Pelandré-UFSC: A alfabetização no Brasil: enfoque nos métodos.